“PENTACONTÁLOGO”: 50 RAZÕES PARA ESTAR NO PSOL

Nestes tempos de incertezas, mais vale acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão! Relacionamos aqui 50 razões para esta nova caminhada no PSOL.

  1. ter um projeto de sociedade que combina socialismo e liberdade;
  2. proclamar o socialismo, hoje, como acúmulo para a socialização dos grandes meios de produção e, de imediato, dos meios de governar;
  3. propagar o internacionalismo solidário dos povos;
  4. defender a necessária soberania nacional;
  5. tornar-se instrumento de consciência política e organização da população;
  6. articular-se com os movimentos populares, para expressá-los e apoiá-los, e não para aparelhá-los;
  7. compreender que a crise ambiental, que envenena o planeta, e o colapso social, derivam da expansão predatória do sistema capitalista mundial;
  8. radicalizar a democracia participativa como valor universal;
  9. agir com ética e transparência, inclusive no que diz respeito às estruturas internas;
  10. forjar, em cada gesto militante, a humanidade nova, não competitiva nem consumista;
  11. separar governo de partido, que deve sempre ser a consciência crítica do primeiro, e separar governo de sindicato;
  12. perceber a diferença entre estar no governo e ter poder;
  13. dissociar interesse público de interesse privado;
  14. fazer a opção preferencial pelos explorados e oprimidos;
  15. dinamizar a ocupação do espaço institucional com a energia questionadora do movimento social;
  16. saber-se herdeiro de séculos de resistência indígena, negra, feminina e popular;
  17. cooperar decisivamente na constituição de uma ampla frente antineoliberal;
  18. elevar o horizonte utópico como mística imprescindível para avançar na luta social;
  19. reiterar que os meios já são os fins, em processo de realização;
  20. lutar pela justiça e pela paz sendo justo e pacífico desde já;
  21. entender que a complexidade social não eliminou o embate entre esquerda e direita;
  22. vivenciar o ser esquerda como crença generosa e militância de base pela igualdade total entre os seres humanos;
  23. afirmar que a igualdade não suprime a diferença nem a saudável diversidade;
  24. rejeitar a falácia do caminho único da economia globalitária de mercado;
  25. recusar o pensamento único do individualismo burguês egocêntrico e anti-social;
  26. subordinar o interesse das minorias ao interesse coletivo;
  27. combater a ditadura do mercado e do capital financeiro;
  28. denunciar a politicagem fisiológica que rebaixa as relações políticas;
  29. criticar o mito da governabilidade parlamentar como pacto das elites conservadoras;
  30. evitar que o organismo partidário torne-se máquina burocrática e negocista;
  31. atuar não apenas nas disputas eleitorais, mas no cotidiano da vida do povo;
  32. questionar todo vanguardismo;
  33. cutucar todo imobilismo;
  34. elaborar programas sempre abertos a novas formulações, mantendo seu compromisso de classe;
  35. compor alianças programáticas e não pragmáticas;
  36. construir uma imprensa alternativa e uma comunicação independente;
  37. trabalhar com idéias e propostas, contrapondo-se a todo clientelismo;
  38. respeitar a dignidade e capacidade de cada ser humano, contrapondo-se a todo paternalismo;
  39. apostar no potencial das redes de economia solidária, na reforma agrária ecológica e libertária, nas cooperativas e nas formas alternativas de produção;
  40. abrir caminhos novos de desenvolvimento auto-sustentável, com fontes renováveis de energia, rumo ao “comunismo solar”;
  41. reduzir os gastos do aparelho de Estado com sua auto-reprodução, favorecendo investimentos no social;
  42. ampliar o controle popular sobre os órgãos de governo;
  43. incentivar a consolidação da identidade cultural brasileira;
  44. fustigar a corrupção crônica e sistêmica das relações econômicas e políticas;
  45. aproximar a força do mundo do trabalho e a energia criadora do mundo da cultura;
  46. confrontar o personalismo, forjando, no debate fraterno, a vontade coletiva;
  47. reconhecer derrotas e debilidades, ainda que sabendo-as não definitivas;
  48. buscar a hegemonia do bom senso e não de imposições majoritárias;
  49. ser a mudança que se quer no mundo;
  50. viver Maiakovski: gente é pra brilhar: este é o meu lema, e o do sol também!

Chico Alencar e deputado federal (PSOL-RJ).

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