Luciana Genro assume liderança do PSOL na Câmara Federal

Mandato – Luciana Genro

 

A deputada federal Luciana Genro (RS) assumiu, na segunda-feira, dia 18 de fevereiro, a Liderança do Partido Socialismo e Liberdade – PSOL na Câmara dos Deputados, nesta 53ª Legislatura.

Luciana Genro cumpre seu segundo mandato como deputada federal, eleita, em 2006, com 185 mil votos, a mais votada de Porto Alegre. É titular da Comissão de Finanças e Tributação, suplente das Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização e, em 2007, integrou a Comissão Parlamentar de Inquérito da Crise Aérea.

Histórico

Em seu primeiro mandato como deputada estadual (1995-1998), Luciana destacou-se na luta contra as privatizações da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) e Companhia Rio Grandense de Telecomunicações (CRT), patrocinadas pelo governo Antônio Britto, como a histórica ocupação da Assembléia Legislativa. No segundo mandato consecutivo, Luciana lutou pela melhoria da escola pública e de melhores salários para os trabalhadores em educação.

Eleita em 2002 para a Câmara dos Deputados, Luciana continuou a defender os interesses da classe trabalhadora e do povo. Passou a combater as medidas neoliberais do governo Lula, como a reforma da Previdência – fato que provocou sua expulsão do PT, em dezembro de 2003. Participou da formação do PSOL, durante o ano de 2004, e hoje compõe a oposição de esquerda ao governo Lula.

Neste segundo mandato como deputada federal, Luciana destacou-se como membro da CPI do Apagão Aéreo, defendendo a segurança dos passageiros, a punição dos responsáveis pelas tragédias da GOL e da TAM e na defesa dos sargentos-controladores de vôo, perseguidos pelo Comando da Aeronáutica. Entre suas propostas está a cobrança do cumprimento do compromisso de campanha de Lula de dobrar o salário mínimo em 4 anos. Também propôs mais recursos e acesso universal ao ensino público e votou pela cassação de todos os “mensaleiros”. Reinstalou a Frente Parlamentar pela Auditoria da Dívida Pública, da qual é coordenadora, com o objetivo de instalar a Comissão de Auditoria da Dívida Pública, conforme determina a Constituição – uma dívida ilegítima e impagável.

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